Red Orchestra 2 de grátis nesse fim de semana

Por Cássio Nandi Citadin


Novamente a Tripwire, menor maior produtora de games alternativos da atualidade, nos brinda com um presente, e gratuito. Nesse fim de semana, além de jogar de grátis Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad, todos que já possuem o jogo e os que comprarem com o desconto, vão receber a versão GOTY ou Game of The Year.

Essa nova versão traz um novo mapa chamado Mamayev Kurgan, que leva os players para o lado mais frio da guerra em um terreno acidentado que permite combates a curta distância nas trincheiras, enquanto deixa que snipers e tanques batalhes pelas bordas. Comentários do tipo "esse é o melhor mapa de um FPS que eu já joguei, e eu já joguei TODOS" são encontrados nos comentários do video de divulgação que você pode ver abaixo:


Além do novo mapa, novos modos de jogo, como Action, onde você joga menos simulado e mais arcade (inclusive com crosshair), feito para novos jogadores. O modo Classic já tenta reviver a jogabilidade hardcore do Red Orchestra original. Mais de 50 bugs foram fixados, além da melhoria de performance minuciosa em cada um dos mapa.

Depois do lançamento apressado ano passado, cheio de problemas de jogabilidade e performance, a Tripwire tenta tirar RO2 do esquecimento (apesar de uma pequena comunidade ainda existir, bem ativa) e uma ótima maneira de fazer isso é presentear os fãs com um produto mais polido e robusto. Os novos modos podem fazer tanto novos jogadores quanto velhos se entenderem, e a melhoria de performance (que eu comprovei durante esses ultimos meses) tratão mais gamers pra essa pérola do FPS. Com a chegada do próximo DLC Rising Storm (possivelmente gratuito também) veremos se RO2 vem para ficar ou para ser esquecido de vez.

Para jogar, basta baixar o game aqui quando o evento começar: http://store.steampowered.com/app/35450/

Todo o changelog da versão GOTY você encontra aqui (é coisa bagarai).

Fonte: http://www.heroesofstalingrad.com/2012/05/22/red-orchestra-2-game-of-the-year-edition-announced-dev-diary-video/
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Um Nova História do Tempo é Hawking + Mlodinow (2005)

Por Cássio Nandi Citadin

Temos sorte de viver numa era em que ainda estamos fazendo descobertas. É como a descoberta da América - você só a descobre uma vez. A era em que vivemos é aquela em que estamos descobrindo as leis fundamentais da natureza - Richard Feynman



Ficha Técnica

Autor: Stephen W. Hawking e Leonard Mlodinow
Editora: Ediouro
Ano da edição brasileira: 2005
Edição: 1
Acabamento: Brochura
Número de páginas: 174
Formato: Médio
Título Original: A Briefer History of Time
Ano: 2005

Sinopse

Contribuição revigorante à literatura científica, esse livro explica de forma mais clara e pausada os principais conceitos abordados no best-seller mundial "Uma breve história do tempo", além de registrar os últimos progressos na busca por uma teoria unificada de todas as forças da física. As respostas dadas pelo professor Hawking e seu colaborador Mlodinow iluminam as mais importantes questões sobre a natureza do espaço e do tempo, o papel de Deus na criação e a história e o futuro do universo. 

Contexto

Quem não lembra de Stephen Hawking? Parodiado nos Simpsons e Family Guy, esse cientista com problemas degenerativos é um dos maiores icones da ciência mundial. Ao lado Carl Sagan, Hawking é um dos cientistas mais famosos da história, não só por suas contribuições e trabalhos, mas pela divulgação da ciência e do método científico entre a plebe.
Uma nova história do tempo é um resumo/atualização/melhoria/quase-continuação do livro anterior de Stephen Hawking, Uma breve história do tempo, de 1988. No prefácio o autor explica que durante anos esse best seller revolucionou a forma como as pessoas tinham contato com o mundo científico, e que com a linguagem simplificada e o resumo das pesquisas ajudaram milhões de pessoas a conhecerem novos ramos da ciência, até então, estocados num quarto escuro de universidades ao redor do globo.
Continuando, ele também fala que as pessoas pediram durante mais de uma década por uma nova versão, com as novas tendências, especulações e teorias de áreas de estudo que cresceram desde 1988. A resposta dele foi, junto com Mlodinow (O Andar do Bêbado), lançar Uma nova história do tempo.


Edição

Em relação ao Uma breve história do tempo, o novo volume é menor, e tem menos capítulos, porém, usufrui da experiência dos autores e editores com o livro anterior, criando textos mais condensados e explicações mais simplificadas (mais não menos confusas).

A editora Ediouro fez um trabalho incomum, adicionando diversas ilustrações coloridas na parte interna, o que me surpreenderia em ver nos livros de hoje em dia, que quase não tem gravuras e certamente seriam preto e branco. Cabe ainda notar o bom investimento na qualidade de uma material que infelizmente não fez tanto sucesso quanto o livro anterior.
Atração gravitacional de corpos opostos

A tradução está bem interessante e imagino que deva ter dado um certo trabalho devido a quantidade de termos técnicos ou até sem tradução na época.

Em alguns sites existem relatos de edições de 230 páginas, mas a minha é a versão com 174, que por causa do formato médio, não parece um livro de bolso. Esse meu livro foi adquirido em uma feiras de livro aqui em Tubarão uns anos atrás, a loja era tipo uma ponta de estoque que vendia coisas encalhadas baratinho. Após anos guardado na prateleira, sem ao menos folheá-lo, descobri o motivo do preço baixo. Acompanhe no replay:
Folhas em branco no MEIO dos capítulos


Da página 65 até 93, uma folha é impressa, e a outra não!  Foi meio chocante descobrir isso tipo uns 5 anos depois de adquirir o livro o_O
Mesmo com esse crazy stuff fui capaz de completar a leitura através de versões distribuídas alguns dizem pirateadas digitalmente na internet.

Para facilitar o entendimento dos assuntos, nas páginas finais há um glossário e três  micro-biografias reveladoras sobre grandes nomes da ciência.


Opinião

Quem já leu O Andar do Bêbado, de Mlodinow, sabe como funcionam os livros sobre ciência para leigos. Não é como uma Super Interessante, onde na primeira página você vê um gráfico que mostra como é o processo de mudança de sexo em humanos adultos como se fosse só juntar uma banana e dois kiwis.
Efeito Doppler

Os cientistas não são jornalista, e por mais que os editores insistam em querer "ação" logo de começo, os autores precisam seguir um certo script que consiste em apresentar um resumo do método científico e contar toda a história dos pendores através das eras sobre o assunto. No nosso caso, vamos ouvir falar de nomes como Aristóteles, Ptolomeu, Copérnico e Galileu, grandes precursores dos estudos astronômicos.

Nesse momento ainda é fácil acompanhar as coisas, mas quando chegamos no mundo moderno, o circo pega fogo, a coisa fica preta, a cobra fuma e a porca torce o rabo. Teorias de cordas, mecânica quântica, buracos negros, viagens no tempo (é possível? porque? #comofaz?) e até a relatividade vão te dar um nó próximo córtex pre-frontal. A lógica e a capacidade abstrata são bem exigidas.
São várias páginas com explicações curtas e simplificadas, termos pouco comuns e piadas com a foto de Hawking. Se você não entender nada, ao menos vai achar graça do autor voando no espaço a deriva com sua cadeira de rodas robotizada.

Livros desse tipo tiveram seu auge nos anos 90, mas ainda hoje alguns chegam a grandes vendas e continuam esse trabalho arduo de divulgar a ciência de ponta.

PS: Durante o processo de leitura, joguei o livro de lado N vezes em busca de mais textos e assuntos relacionados aos temas dos capítulos até não entender algo. No final das contas, um livro com 170 páginas que pode ser lido em uma tarde, demorou duas semanas para ser deglutido pela minha mente.
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Killing Floor: Nova personagem é uma MULHER!

Por Cássio Nandi Citadin

Com o sucesso de mais de 1 milhão de cópias vendidas do Killing Floor, a Tripwire - a melhor menor empresa de games do mundo - havia anunciado um tempo atrás que não iria abandonar o título, trazendo mais conteúdo, gratúito e pago, além dos costumeiros eventos temáticos e achievements.
As Cinzas Durando, coturno + óculos de snowboard = Success!


Dessa vez eles vieram com algo inovador, ao menos dentro do contexto do jogo. Em meio a ex-bombeiros, DJ's, soldados, steam punks, eis que surge uma musa... seu nome é Ash!
A nova personagem ainda não foi liberada, mas será a primeira a ter suas falas in-game em três linguas diferentes e selecionáveis: inglês, francês e alemão. Qual importância isso tem? Quem jogou KF sabe que as falas com sotaque britânico são bastante cômicas e criam um clima bizarro em meio ao sangue jorrando, e adicionar mais linguas deve gerar uma variação interessante.

Por exemplo, o clássico "I'm welding this dooah" deve ser alemanizado para "Hanz clanz SHNAI!" e talvez até gere um video do Hitler jogando KF (com o meme As Ultimas Horas).

Pelo que foi divulgado no site da empresa, a personagem estará disponível somente nessa versão na versão GOLD do jogo que será lançada nos States e Europa dia primeiro de junho. Como prêmio de consolação, parece que quem já tem DLCs do KF, vai receber cópias deles como itens no inventário da Steam para trocar com os amigos.

Estrelando na capa: Fleshpound, ou, Semáforo

Fonte: http://www.iceberg-interactive.com/news-mainmenu-33/1-latest/486--killing-floor-gold-edition-to-arrive-june-1st-2012.html

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Deixados para trás - 12 - O Glorioso Aparecimento: O fim das Eras

Por Cássio Nandi Citadin

Para saber mais sobre a Franquia Deixados para trás, leia aqui.

*** ATENÇÃO: Spoilers do Livro Armagedom ***

Depois disso, é necessário que ele [Satanás] seja solto pouco tempo - Apocalipse 20.3
O décima segundo volume da série Deixados para trás trás um final para a história principal, com os personagens clássicos Rayford, Buck, Chloe, Tsion-Ben Judá entre outros. Após esse volume, foram lançados outros três focados no passado do anticristo que funcionam como prequência a história iniciada em Uma ficção dos ultimos dias. Por fim, vem o A Vitória Final, que se passa no final do reino de 1000 anos, como se fosse uma despedida da série. No Brasil, o Submarino vende a coleção Deixados para trás (os treze livros que possuo) separada dos três livros sobre Carpathia (O Nascimento, O Rapto e O Regime), chamando-os pela marca Antes de serem Deixados para trás, já que são quase independentes.

Ficha Técnica
Autor: JERRY B. JENKINS e TIM LAHAYE
Idioma (original): Inglês
País: Estados Unidos da América
Genêro: Ficção, Religioso
Série: Left Behind
Volume 12: Glorious Appearing: The End of Days
Lançamento: 2004

No Brasil
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Editora: United Press
Lançamento: 2004

A Terra envolta em luz

Sinopse

Agora é o fim. Nada mais falta para que a rebelião seja definitivamente sufocada. Uma única esperança resta àqueles que, num último fôlego, resistem às forças da Comunidade Global e de seu líder maior, Nicolae Carpathia. À frente de um exército numeroso e fortemente armado, sua estratégia magnífica conta com uma ação logística infalível e todo o aparato tecnológico disponível. Ninguém parece fazer frente à sua superioridade. A não ser por um detalhe... O Glorioso Aparecimento apresenta a batalha final.

Opinião

Essa edição se destaca por ser a primeira a possuir uma capa branca e limpa, ao contrário das anteriores escuras e mais sombrias. Um detalhe importante é que todos os volumes tem seu número impresso ao lado, e nesse está "O Capítulo final da série Deixados para trás", dando a impressão de ser o ultimo livro, quando na verdade é o penúltimo. O motivo disso é, provavelmente, por que O Glorioso Aparecimento encerra a saga principal de Deixados para trás, e como foi publicado no mesmo ano nos EUA e no Brasil, ainda não se sabia que haveriam os livros sobre Carpathia e A Vitória Final.

Aos que não menosprezam os detalhes geográficos, foram feitas melhorias nos mapas disponíveis em Armagedom.
Diversas anotações e pontos referência acrescentados

Se não fossem esses mapas, teria entendido pouca coisa das movimentações das tropas da Unidade desde o Vale do Armagedom até Petra, depois Bozra e Jerusalém. Vale ressaltar a boa utilização de locais e pontos de referência famosos, seja pela importância histórica ou turística. Um pulo no Google te permite sentir melhor a história. Bem bolado.

Quanto a história, esse volume começa muito bem com o retorno a um ponto bastante dramático do anterior. Rayford, aparentemente, morto, tem seus últimos momentos recontados (na verdade, detalhados) e a chegada de Abdullah, narrada em Armagedom é estendida, causando grande surpresa.

A partir dai o tempo anda bem devagar. Boa parte da história se passa apenas em um dia, mais ou menos uma tarde, quando os crentes esperam a chegada de Jesus em meio as nuvens.

Algumas partes são bem chatas, porque ler os personagens re-re-re-recontarem sua história de vida pela décima vez não é legal. Em alguns trechos, são feitos estudos fortíssimos em cima das antigas escrituras, o que gera um nó mental em leigos no assunto. Acho que o momento mais hardcore, onde até os personagens se confundem, é quando os estudiosos tentam definir como será a ordem dos renascimentos (judeus, ovelhas e cabritos). Forçaram a barra.

Os momentos bons se reservam a participação de Mac, que infiltrado nas trincheiras inimigas e nos dá uma visão diferenciada da investida de Nicolae. Até Lúcifer mostra as caras (mas não entendi o motivo), gerando o que eu considero a cena mais assustadores de toda a saga, com a descrição do som dos cavalos tentando fugir dos Estábulos de Salomão e toda a sanguinolência que se segue.

Ao fim, o encontro de alguns personagens com Jesus é emocionante, afinal foram 4500 páginas até esse ápice.

Lúcifer sendo expulso do corpo moribundo de Carpathia te dá aquele sentimento de "finalmente", e Jesus pratica um overkill nos exércitos da CG, nunca antes visto por esse que vos escreve. O julgamento de Lúcifer ficou bem bom, sendo acusado de tudo que Carpathia já havia comentado em outro momento.
A imagem ilustra a chuva de raios e o reencontro de familiares

Claro, como a história está chegando ao fim, é inevitável que seu ápice traga também picos de adaptações estranhas, ou inesperadas. Por exemplo, como lembrou o grande Gambá, um parte sem noção é a das pessoas-carro, ou a nuvem de pessoas. Seria seria mais efetivo o uso de teleporte-divino, que é utilizado em outro momento.

Alguns poderiam ler O Glorioso Aparecimento e dizer que este foi o volume mais próximo de ser galhofa em alguns pontos, mas devemos lembrar que o assunto tratado é uma bela de uma batata quente, e que poderia ter saído algo muito mais bizarro. Acho que esse livro tem sim ótimas partes e apesar da leitura não muito agradável pelos motivos que comentei antes, da um bom desfecho a linha de história principal, que compreende o Arrebatamento até o inicio do Reino de Jesus por 1000 anos.
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Final Fantasy Tactics Advance 2 para NDS (2007)

Por Gustavo Martins de Souza

Introdução
FFTA2 é a continuação direta de FFTA, para GBA, que conta com grandes melhorias se comparados aos sistemas de seu antecessor, também melhorando a qualidade gráfica e sonora devido ao seu console ser mais evoluido, o NDS. Mesmo assim, pouco em FFTA2 realmente necessita das funcionalidades do console, como tela de toque ou microfone, mas de qualquer forma conta com uma jogabilidade sólida e muitas horas de gameplay, bom para quem gosta de passar o tempo cuidando de personagens e descobrindo os segredos de um mundo perdido.
História
Luso é um jovem que vive com a tia após a morte de seus pais. Em seu último dia de aula antes das férias de verão, mas chega atrasado e é castigado a limpas a biblioteca após o período. Entretanto, lá ele encontra um livro misterioso, cheio de páginas em branco, com os dizeres "Qual o nome do herói?" na última página escrita, na qual Luso escreve seu nome, sendo transportado para a famosa Ivalice, em meio de uma luta do clã Gully com a cockatrice gigante Klesta. Cid, então o líder do clã, convoca Luso para seu clã temendo que o mesmo morra em um ataque da criatura, já que se tiver proteção do juíz, uma entidade mágica que congratula clãs com ranks, ele não pode morrer. Após o combate, Cid promete a Luso que o ajudará a encontrar o caminho de casa, enquanto o protagonista se prontifica a ajudar o clã Gully a crescer através de várias missões.
A história é infantil? É! E diferente de FFTA, onde a história começa infantil e torna-se um drama magnífico ao final (se o jogador tiver paciência), este título é infantil do começo ao fim, então não pense que vá se impressionar com a história principal. Porém nem tudo está perdido, o jogo conta com várias sidequests que revelam histórias sobre personagens secundários, algumas sendo muito bem boladas, como a de Frimelda, uma zumbi que antes fora uma excelente espadachim, em busca de seu amor desaparecido.
Jogabilidade
FFTA2 segue o padrão da série de contar com inúmeros jobs dependentes entre si para se criar táticas de combates. Neste, o jogador conta com sete raças (além da de Cid), cada uma com especialidades e Jobs específicos, permitindo estratégias das mais variadas. O sistema de juiz também fora melhorado perante ao primeiro, agora você não perde o personagem ao desobedecer uma regra, mas perde um pequeno buff que é escolhido ao começo do combate e não pode mais ressuscitar aliados, a não ser com o buff Reraise.
Fora dos combates, o título com várias quests que possuem como objetivo encontrar determinados NPCs, fazer determinadas missões, conseguir loots específicos, entre outros. Cada missão possui uma quantidade de dias para ser completada, mas mesmo que o jogador perca a oportunidade, a quest volta pouco tempo depois. Há também o sistema de Auction Houses, onde o jogador usa CPs, pontos ganhos após completar quests, para participar de leilões pelos territórios e assim conseguir descontos para as missões por um determinado tempo.
Os jobs conseguem evoluir ao conseguir skills ativas para si. Estas skills são adquiridas após o personagem conseguir uma certa quantidade de ability points portando uma arma com skill em questão. Armas e outros equipamentos podem ser adquiridos nas lojas das cidades, utilizando a função Bazaar, onde se deve vender determinados itens para conseguir que um determinado equipamento fique disponível a venda.
Os ditos CPs também podem ser utilizados para que o jogador consiga títulos para seu clã, ganhando novos Buffs iniciais que podem ajudar em determinadas táticas de combate, por exemplo, o Buff MP Replenish para um time formado em sua maioria de magos é excelente.
Em suma, a jogabilidade é sólida, cheia de detalhes e com muitas capacidades de táticas diferenciadas, tornando o jogo excelente para quem gosta de passar horas planejando seus personagens. Conclusão
Com um enredo principal fraco e uma jogabilidade divertida, porém extensa, FFTA2 está situado entre aqueles jogos que se deve jogar apenas quando você tiver 4 horas de seu tempo livre. Se tiver, o título compensa por sua extensa capacidade tática, se não, é realmente frustrante ter de fazer missão a missão de tempo em tempo, pois o título conta com inúmeras missões, apesar de sua história principal ser bem curta, lembrando que as sidequests são 80% do conteúdo do jogo e o fator de replay ganha vida nas mesmas.
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Deixados para trás - 11 - Armagedom: A batalha cósima das eras (2003)

Por Cássio Nandi Citadin

Para saber mais sobre a Franquia Deixados para trás, leia aqui.

*** ATENÇÃO: Spoilers do Livro O Remanescente ***

Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória - Mateus 24.29,30
Esse é o décima primeiro volume da série, lançado no ano de 2004 nos EUA, chegando por aqui um ano depois pela editora Hagnos.

Ficha Técnica
Autor: JERRY B. JENKINS e TIM LAHAYE
Idioma (original): Inglês
País: Estados Unidos da América
Genêro: Ficção, Religioso
Série: Left Behind
Volume 11: Armageddon: The Cosmic Battle of the Ages
Lançamento: 2003

No Brasil
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Editora: United Press
Lançamento: 2004

O exército de cavaleiros cercando Petra

Sinopse

É chegado o momento para o qual todos se prepararam, a Batalha do Armagedom. As armas do mundo todo se encaminham ao Monte Megido no Vale do Armagedom no crucial momento para o qual todas as eras se convergem. icolae Carpathia, o Anticristo, desesperado intensifica como nunca a perseguição aos que não aceitaram sua marca e se recusaram a adorá-lo, e muitos são mortos em razão de sua fé. O Comando Tribulação sacrifica tudo nesta última batalha, a apenas algumas horas, senão minutos, antes do Glorioso Aparecimento.

Opinião

A novidade em termos de edição fica por conta dos mapas no inicio do livro, que se torna muito importante nos últimos capítulos. O primeiro mapa é da Cidade Velha, em Jerusalém. O segundo é do Oriente Médio, e o terceiro mostra me detalha a localização de Petra e o vale do Megido, ou Armagedom.
Os três mapas do inicio do livro
Esse mapa foi muito útil e me deu uma ótima noção da localização das tropas da CG em relação a Petra e a invasão de Jerusalém.

Outro detalhe é que todos os livros tiveram 21 capítulos, e esse foi o primeiro a ter 22.

Em termos de narrativa, da mesma forma que o volume anterior, este livro também pode ser dividido em duas partes distintas.

No início acompanhamos Chloe no seu dia a dia, e sua escorregada que se transforma em o drama central das primeiras 300 páginas. Até agora eu me pergunto como foi acontecer tanta coisa com a moça. Pior (ou melhor) que não pareceu forçado, passando uma expontaneidade boa, e deixa a lição de como uma aventura qualquer pode dar errado e te causar sérios problemas. A confusão em que ela se encontra chega a ter semelhanças com George em O Remanescente, mas não é tão empolgante. Chloe não é foi treinada para matar e resistir psicológico e fisicamente as pressões dos inimigos, o que deixa essa parte dramática, e te deixa torcendo para que ela se de bem no final das contas.

Entre casamentos e namoricos, pulamos algumas semanas, chegando a seis anos de onze meses na tribulação. Começam os preparativos para a batalha final.

Uma idéia do cerco a cidade de Petra pela Comunidade Global

Nesse volume ainda ocorrem alguns julgamentos, como a destruição de Nova Babilônia, que rendeu apenas um paragrafo curto e confuso, sem detalhes. Uma pena.

Temos muito repeteco de Tsion Ben-Judá conertendo judeus desgarrados, re-explicadno tudo que ja foi falado em todos os livros anteriores, e dessa vez com um recorde agressivo de citações da Bíblia. A leitura se tornou maçante em algumas dezenas de páginas.


A parte de stratregy de guerra com Rayford e George é bem interessante, pena que curta. Por exemplo, a defesa de Petra depende de não deixar o inimigo chegar no Siq.
Siq é um caminho estreito, principal acesso a Petra

No mais, podemos dizer que os capítulos finais são no estilo Geoge RR Martin (Guerra dos Tronos), no one is safe. A guerra começa no próximo volume!




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